sexta-feira, 30 de setembro de 2016

OS DESAFIOS DO CRISTÃO NA UNIVERSIDADE EM MEIO A PÓS-MODERNIDADE.

“O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar.” Mt 24.35

Paz do Senhor a todos os visitantes de nosso blog de crescimento espiritual. 

Hoje quero começar a postar alguns pensamentos sobre o seguinte tema "Os desafios do Cristão na Universidade em meio a Pós-modernidade". Lógico que não vou estar publicando um manual de como não se comrroper em meio as universidades, até por quê já existe e é a Bíblia, mas buscar juntamente com você pensar um pouco sobre estes desafios, ok? Quero receber comentários para discutirmos sobre o assunto, tá bom?

Vamos lá então;

Sonhos, projetos, conceitos, sociedade, grupos, pensamento critico, relações pessoais, familiares, profissionais e tecnológicas, descobertas, pós-descobertas, novas tecnologias que hoje são vendidas como novidades e amanhã são descartadas. Estes e tantos outros temas humanos e seculares descrevem, ainda que de forma superficial, nossa conjuntura social hodierna.

A contra ponto disto temos o pensar cristão, sua visão espiritual e ética de  uma vida de compromisso com O Reino de Deus, e as proposituras deste. Um viver conflituoso entre o viver cristão e o viver religioso demarca o que conhecemos ser cristianismo, o qual, em sua essência  advoga um só corpo e uma só vivência prática. Vemos hoje uma guerra conceitual das verdades em meios atos proféticos e vandalismos que  fragmentam a vida piedosa e ética do Cristo ressurreto.

Em meios a tantos desafios e questões que quase ninguém tem respostas seguras, continuamos vivendo e precisando viver. O mundo pode está um caos, mas ainda estamos aqui e se estamos vivos e porque precisamos viver. E em meio a esta turbulência os cristãos estão despertando para sua vida acadêmica, esta despertada pela vontade de produzir e construir uma história nesta existência e ao mesmo tempo buscar um viver santo para desfrutar a existência eterna em Jesus Cristo.

Em meio a isso, os cristãos, graças a Deus, estão indo aos bancos universitários para (graças a Deus de novo) estudar (O que eu espero sinceramente que o façam). Todavia, as estimativas mostram que grande parte destes cristãos em meio os cursos universitários naufragam na fé muitas vezes nos primeiros meses de curso, trazendo conflitos familiares e pessoais para os mesmo. Isso gera muitas questões e desconfortos espirituais para famílias, comunidades e igrejas que veem seus futuros membros indo embora tão rápida e desgraçadamente.

Mas qual a razão? Como podemos fazer uma avaliação disto e principalmente como prevenir tais situações? Será que tem como prevenir e se é para prevenir?
Você pode está se perguntando, como “Será que tem como prevenir e se é para prevenir?” Não é lógico que precisamos prevenir! Mas será que a ideia é prevenir mesmo, ou será que a necessidade de prevenção revela mais uma fraqueza da fé moderna?

Bem, não quero aqui ser o dono da verdade, nem muito menos dar sete passos para a vitória na universidade ou nas escolhas da vida. Mas quero levantar alguns questionamentos sobre essa relação cristianismo – universidade – pós-modernidade, quero falar sobre os desafios que os cristãos enfrentam nas universidades em meio a pós-modernidade.

O Primeiro desafio que vejo não está na universidade, nem na igreja, mas dentro de cada cristão. As congregações são formadas por cristãos, ou pelo menos deveria ser. Um cristão dentro de um conceito simples é um seguidor dos ensinos de Cristo por meio de uma relação de fé pessoal com ele. Um cristão é um estudante das Escrituras um observador dos preceitos da fé e um proclamador por vivencia e discurso de suas convicções. Como adorador ele tem uma comunidade cristã de referência onde ele diuturnamente recebe orientações de como exercer sua fé através de seus serviços, dons, bens, família e tempo. Esse cristão deve ter uma vida espiritual sólida não em preceitos humanos, mas baseada em sua relação pessoal com Cristo e sua Palavra, esboçando sua ética e suas convicções em cada aspecto de suas vidas. Tem suas relações sociais, profissionais, familiares e congregacionais sadias e em desenvolvimento.

Porém estes conceitos não podem ser aplicados para a grande maioria dos que hoje carregam o nome de cristão nesta era. Para tristeza de suas vidas, famílias e congregações, muitos são apenas sombras de fé em meio suas vivências, onde os desejos de um mundo passageiro tem muito mais gosto do que os princípios do Cristo. Ou seja, o primeiro desafio está na fé sem alicerce, destituído de fundamento espiritual próprio e imbuído de falácias, expressões de efeito e para minha tristeza anedotas espirituais.

Isso tem haver com uma identidade fragilizada e que não foi bem forjada, mas ao contrário aprendeu apenas contracenar nas novelas verdadeiras de sua existência como atores de suas próprias vidas, e nunca descobriram quem realmente são, ou o que realmente querem e para onde realmente estão indo e o pior não conhecem realmente o Cristo. Estes são presas fáceis em um mundo acadêmico cheio de conceitos e expressões liberalistas do que é viver e do que é o certo. As Escrituras já falavam deste momento da história quando Paulo escrevendo a Timóteo ele disse em I Tm 4.1-2 “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;” E em II Tm 4.2-4 “Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.

Continua . . . 

Na graça do Mestre


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